sexta-feira, 8 de julho de 2011

9 DE AGOSTO TERÁ MANIFESTAÇÃO PELA PEC300


09 de agosto será o dia da grande manifestação da PEC 300 no Congresso Nacional
 O presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO) da Câmara dos Deputados, deputado federal Mendonça Prado (DEM-SE), estabeleceu o dia 09 de agosto de 2011 para ser realizada uma grande manifestação dos policiais e bombeiros militares no Congresso Nacional em prol da PEC 300/08.
Os representantes estaduais prometeram trazer caravanas com mais de mil militares de cada Estado para permanecer no gramado principal do Congresso Nacional até o pleito ser atendido. Há uma possível paralisação nacional.
Durante dois dias, vários parlamentares e representantes das categorias estaduais estiveram reunidos para pressionar o presidente da Câmara Federal, deputado Marco Maia, para agilizar a tramitação da PEC. Uma comitiva de parlamentares e líderes do movimento foi organizada para conversar com o deputado Marco Maia. Todavia, a comitiva destacou o desinteresse do presidente da Câmara Federal na tramitação do projeto.
Mendonça Prado sugeriu o apoio dos líderes partidários na assinatura de um requerimento no sentido de pressionar a inclusão da proposta na ordem do dia para votação em segundo turno, logo após a retirada da urgência do projeto que cria o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego - PRONATEC. Até o momento dez líderes já assinaram, faltando apenas os líderes do PT, PSDB e PMDB.

“Com a assinatura de todos os líderes partidários, tenho confiança que o deputado Marco Maia se sensibilize e inclua essa proposta que, sem sombra de dúvidas, vai mudar a vida de nossos profissionais da segurança pública, bem como vai beneficiar toda a sociedade brasileira”, afirmou Mendonça Prado.

Por Izys Moreira - Assessoria de Imprensa



O Novo Código de Processo Penal

Muito se tem falado sobre a reforma do Código de Processo Penal brasileiro, que entra em vigor a partir desta segunda, 04 de julho de 2011, como uma medida que abrandou excessivamente alguns procedimentos penais que estavam vigentes. Porém, apesar dos burburinhos, vê-se pouco conhecimento de causa, e muitos absurdos apregoados, como dizer que “ninguém poderá mais ser preso em flagrante”.
Para orientar os leitores, policiais ou não, vejam as principais mudanças que passam a vigorar:
Como se vê, o discurso do “abrandamento” não é absoluto. A tendência orientadora da nova lei, na parte que mais está sendo criticada, substitui a medida privativa de liberdade (a prisão) pelo ônus financeiro (fiança), que pode ser aliado a outras medidas que evitam o encarceramento ineficaz – ou alguém tem dúvida de que prender em larga escala tem sido um procedimento quase inútil, senão prejudicial à justiça criminal? Não será o prejuízo financeiro mais eficiente? É preciso discutir.
Antes de propagarmos que a nova lei é excessivamente liberal devemos conhecê-la, até para aplicarmos corretamente seus procedimentos – que na prática só afeta diretamente o serviço dos delegados de polícia. Leia a Lei 12.403/2011 e deixe sua opinião sobre as novidades no processo penal brasileiro.

Estado conclui pagamento dos salários na 2ª-feira



A Secretaria da Fazenda libera recursos hoje para concluir o pagamento da folha salarial de junho dos servidores da Educação. Para os servidores das demais pastas, o repasse será liberado na segunda-feira, dia 11. A primeira parcela do vencimento, com 80% do valor líquido da folha, foi liberada em 30 de junho.
Mais informações: (62) 3269-2434

Fonte: Polícia Militar de  Goiás 

quinta-feira, 7 de julho de 2011

PEC 300: policiais e bombeiros definem novas medidas para forçar votação da proposta



Policiais e bombeiros definiram na Câmara, nesta quarta-feira, novas estratégias para forçar a conclusão da votação da PEC 300, que prevê piso salarial para as duas categorias. A PEC já foi aprovada em primeiro turno, no Plenário da Câmara, mas as resistências dos governadores estaduais têm adiado a votação em segundo turno.

Para facilitar o diálogo, os líderes dos policiais e bombeiros decidiram que vão apoiar a nova comissão especial, recentemente criada pelo presidente da Câmara, Marco Maia, para resolver o impasse com os governadores. No entanto, eles exigem a manutenção do texto aprovado em primeiro turno e o atendimento dos interesses dos inativos e pensionistas.

Os profissionais da segurança pública também vão produzir cartilhas para esclarecer os reais objetivos da PEC. Greve geral e operação padrão também foram discutidas, mas ainda não são decisões consensuais entre a categoria. No entanto, o oficial bombeiro Lauro Botto, integrante do movimento em defesa da PEC 300, garantiu que todos concordaram com uma marcha à Brasília para aumentar o tom das pressões sobre os parlamentares e o governo.

"Decidimos que haverá o dia D, com data ainda a ser definida, aqui em Brasília, com caravanas de todas as regiões, a fim de ocupar e bloquear os trabalhos do Congresso e do Executivo. E exigir a imediata aprovação da PEC 300 em segundo turno. Isso, se eles não quiserem colaborar com os homens e mulheres que doam suas vidas diuturnamente para garantir, inclusive, a vida deles."

Outra ação de consenso é a realização de um fórum, inclusive com a participação de representantes dos governos estaduais, para discutir a criação do fundo nacional de segurança pública, com recursos do Imposto de Renda e do IPI. O dinheiro federal ajudaria os estados a arcar com o piso salarial de policiais e bombeiros. Lauro Botto disse que a categoria também vai criar uma comissão de estudos atuariais para calcular o real impacto desse piso salarial na folha de pagamento dos estados.

"O ministro do Planejamento diz uma coisa, a Presidência da República diz outra, o líder do governo diz outra coisa, então, a gente vai formar essa comissão e vai provar que eles não estão tratando com pessoas ignorantes. Essa comissão vai analisar o real valor anual necessário para que o fundo nacional de segurança pública custeie a PEC 300, não gerando impacto direto aos estados."

A busca de assinaturas de líderes partidários em apoio à votação imediata da PEC 300 também está entre as estratégias dos policiais e bombeiros. O presidente da Comissão de Segurança Pública, deputado Mendonça Prado, do DEM de Sergipe, informou que apenas os líderes do PT, PMDB e PSDB ainda não assinaram esse requerimento.

"Se eles decidirem assinar, nós vamos, então, atender a determinação do presidente da Casa de conquistar o apoio da maioria dos representantes de siglas partidárias. E os líderes devem tomar muito cuidado, porque nós estamos iniciando o processo de busca de assinaturas daqueles que constituem os partidos. E eu acredito que, se nós deflagrarmos já, nós vamos ter a maioria dos integrantes dessas agremiações partidárias assinando. O que não vai ficar bem para os líderes."

Além da pressão sobre os deputados, os policiais e bombeiros vão organizar coordenadorias nas cinco regiões do país a fim de também conquistar o apoio da população à PEC 300.

De Brasília, José Carlos Oliveira

Fonte: Rádio Câmara

Deputados aprovam em definitivo aposentadoria compulsória na PMGO



Major Araújo - Deputado Estadual - PRB
Assembléia Legislativa hoje
Alison Maia – Jornalista Policial
O Plenário da Assembléia Legislativa de Goiás aprovou nesta quarta-feira (06) em 2ª e definitiva votação a lei que altera a redação dos incisos I e II do parágrafo 6º do artigo 90 da Lei nº 8.033, de 2 de dezembro de 1975, que dispõe sobre o Estatuto dos Policiais Militares do Estado de Goiás.
O projeto determina que o policial com 30 anos de efetivo serviço passe automaticamente para reserva remunerada com posto imediato. A lei agora segue para sanção do Governador Marconi Perillo (PSDB) que disse que já nesta sexta-feira (08) sancionará a lei. Segundo o relator da lei, deputado estadual, Major Araújo a nova lei vai proporcionar que a carreira tenha celeridade e já é um passo para carreira única.
“Essa lei corrige uma distorção de anos, pois não adianta dar grandes promoções e deixar que todos morram na praia lá na frente, com a ida desses policiais para a merecida aposentadoria a carreira vai andar com mais celeridade, engana-se quem prega por ai que a carreira única não vai sair, ela vai sair e vai fazer de Goiás uma polícia militar modelo para o resto do país, aonde o PM vai se dedicar para atingir o oficialato, infelizmente houve duas forças antagônicas (referindo-se aos presidentes da ACS e ASSEGO) que tentaram colocar mais uma vez areia no sonho de nossos policiais como fizeram na secretária da fazenda em que ficamos do lado de fora e as escuras definiram até 2012 o parcelamento dos vencimentos, só que Deus está do lado dos nossos policiais, essas duas forças até que tentaram porque eles também são atingidos pela nova lei e vão ser obrigados a largar o trono que ocupam contra a vontade da categoria, mas deixo essas coisas pequenas de lado e vamos pensar nas carreiras, sei que tem alguns que gostam e outros não, mas temos que nos unir e pensar no futuro, na PM do amanhã, com mais dignidade, mais oportunidade e ascensão que é o que todos querem, com certeza vamos fazer historia nessa Assembléia para os militares, pois se hoje não tivéssemos um representante aqui, fatalmente essa lei passaria sem que o PM tivesse acesso ao posto imediato na sua reserva, estamos em um momento histórico que beneficia a todos e não mais um grupo só, essas historinhas que beneficia só praça ou oficial é conto de fadas daqueles que não crescem e não querem ver a corporação crescer, só peço a todos união e que podem confiar, pois como já disse estou aqui por aqueles que me elegeram, obrigado!” disse Major Araújo
O deputado Major Araújo tem sido alvo de elogios tanto da base governista como oposição que já declararam que votaram os projetos apresentados pelo parlamentar.

domingo, 3 de julho de 2011

Juiz diz que atitude da PM em prender advogado foi ilegal


No entendimento do juiz da 4ª Vara Civil, Alex Nunes de Figueiredo, a atitude do capitão/PM, Jean Lima, em prender e algemar o advogado Kélcio Junio Garcia, sob alegação de crime de desobediência e desacato, por ele ter se recusado a deixar ser revistado, em um bar na Praça Barão do Rio Branco, foi ilegal e abusiva. Conforme o magistrado, “não se pode falar em crime de desobediência, qualquer pessoa que não se cumpra uma ordem ilegal”. A decisão consta na liminar concedida, na segunda-feira, suspendendo o andamento do Termo Circunstanciado de Ocorrência, instaurado pela delegada Alessandrah Marquez Ferronato, em desfavor do advogado.
            A prisão de Kélcio Garcia ocorreu na madrugada da última quinta-feira. De acordo com a PM, a guarnição comandada pelo oficial, teria recebido uma denúncia anônima de que, em um bar na Praça Barão do Rio Branco, havia pessoas, possivelmente, de posse de arma de fogo. Não sendo, porém, informado as características do suspeito. E, que ao se deslocar ao bar Cheiro Verde, o capitão Jean Lima, solicitou para que as pessoas, ali presentes, se colocassem de pé e deslocassem até a calçada para que fosse realizada a busca pessoal.
Consta no B.O que “o suspeito” disse que não iria, afirmando que era advogado. Momento em que o policial solicitou colaboração e o mesmo continuou a afirmar que não seria revistado e começou a falar alto, sendo informado que, caso não colaborasse estaria incorrendo em crime de desobediência. Instante em que, conforme o B.O, o suspeito teria se “exaltado” ainda mais, reafirmando que não seria abordado “de forma alguma”, momento em que o capitão o pegou pelo braço de forma a conduzi-lo até o local onde seria realizada a abordagem, ocasião em que o suspeito puxou o braço e em seguida empurrou o oficial, instante em que foi dada a voz de prisão e realizada a algemação.  
Na decisão, o juiz ressalta que “A Polícia Militar jamais poderia ter feito a abordagem como fez. Os policiais sequer sabiam quem ali estava supostamente de posse de arma de fogo, aliás, sequer tinham certeza de tal fato. Preferiram simplesmente colocar todos na vala comum da bandidagem e submetê-los ao constrangimento, ao vexame, de serem pessoalmente revistados”.
 Ao ponto em que indaga: “será que se um dos policiais que praticaram o ato, ali estivesse, em dia de folga, comendo e bebendo, com sua família, esposa, ou namorada, ou até mesmo amigos, iria se submeter a tal revista pessoal dos seus colegas? Sim, porque a Praça Barão do Rio Branco, com os restaurantes, lanchonetes, sorveterias e cinema que ali se encontram, é praticamente o único ponto de lazer e diversão da família cacerense, é o local em que todos vão, inclusive eu com a minha família, e com certeza todos os oficiais da Polícia Militar, dentre outros”.
O juiz frisa que “o trabalho da Polícia Militar, como o de outras policias é essencial e exemplar na Comarca de Cáceres, cidade extremamente violenta, onde impera o tráfico de substância entorpecente, no entanto, tal fato, por si só não justifica atitudes abusivas como a vivenciada nesses autos”.
Concluindo diz que “não estou aqui a defender o paciente por ser ele ser advogado, e nem estou prestigiando a OAB, para mim essas circunstâncias são totalmente irrelevantes, mas defendo sim a legalidade, defendo a obediência às leis e, principalmente, à Constituição que assegura a todos que sejam tratados com dignidade, e garante a todos que façam apenas o que a lei não proíbe”. Por outro lado, segundo ele, “nada há nos autos que demonstre ter o paciente praticado desacato contra os policiais militares, pois não conta ali nada no sentido de demonstrar que ele tivesse ofendido, menosprezado, humilhado quem quer que seja”
Por: Editoria-expressaonoticias


A pressão pela PEC300 vai continuar - avante camaradas..!


Representantes das forças policiais irão à Câmara na próxima terça-feira (5) para pressionar os deputados a definir uma data para a votação, em segundo turno, da chamada PEC 300, que cria um piso nacional para os policiais.
Na verdade, o texto em análise na Câmara é o da PEC 446, que cria um piso salarial transitório de R$ 3.500 para os policiais de menor graduação --como os soldados, no caso da PM-- e de R$ 7 mil para os oficiais do menor posto --os tenentes, por exemplo.
A proposta, aprovada em março de 2010 em primeiro turno, determina a criação de uma lei federal estabelecendo o piso salarial definitivo dos policiais (civis e militares) e bombeiros. Também determina a criação de um fundo federal para auxiliar os governadores a pagar os salários dos policiais.
O presidente da Comissão de Segurança Pública da Câmara, Mendonça Prado (DEM-SE), afirma já ter pedido ao presidente da Câmara, Marco Maia, a definição de uma data para a votação em segundo turno da PEC. Caso a data não seja definida logo, Mendonça Prado prevê manifestações dos policiais.
"Se o presidente Marco Maia não marcar essa data, eu lamento informar, mas as consequências não serão as melhores, porque existe a possibilidade de mobilizações, de deflagração de um processo reivindicatório que não é normal para essas categorias, mas que, infelizmente, eles chegaram ao limite, chegaram à exaustão", disse.


CEARÁ: PM deflagra operação Tolerância Zero e deve superlotar delegacias

 GREVE A VISTA: Em 2010, viaturas da PM ficaram paradas. Este ano, todas as ocorrências serão encaminhadas à Polícia Civil..

Por: Márcio Dornelles

Policiais militares do Ceará deflagram neste sábado (2), às 11h, durante assembleia geral na Praça do Ferreira, a operação Tolerância Zero. O movimento deste ano orienta policiais a levarem às delegacias todas as ocorrências, das graves às mais simples, o que pode causar um congestionamento nas unidades, já que a Polícia Civil está oficialmente em greve. Por preceitos constitucionais, os militares não podem seguir o mesmo caminho e cruzar os braços.

O presidente da Associação dos Praças da PM e do Corpo de Bombeiros (Aspramece), Pedro Queiroz , afirma que todos os casos, de menor ou maior gravidade, serão encaminhados às autoridades competentes. “No ano passado a gente fez duas operações: a Polícia Legal e a Tolerância Zero, onde paramos vários carros”, explicou. Em 2010, dezenas de viaturas da PM ficaram estacionadas nos quartéis.

A ação dos militares deve agravar ainda mais a situação das delegacias. Quem precisar de um simples Boletim de Ocorrência poderá enfrentar uma longa fila. Apenas dois distritos na capital, além das delegacias da Mulher e da Criança e do Adolescente, ficarão abertos nos três primeiros dias de manifestação. Outra delegacia ficará de plantão na Região Metropolitana.


Fontes: CEARÁAGORA/blog do Sargento Ricardo

Morre ITAMAR FRANCO


Itamar Franco resgatou a dignidade dos militares ao conceder anistia aos excluídos do movimento de 1997.

O ex-presidente e ex-governador de Minas, Itamar Franco, morreu nesta manhã de sábado (02/07/11) aos 81 anos após um acidente vascular em São Paulo, 12 anos depois de conceder anistia a 182 militares mineiros envolvidos no maior protesto por melhores salários da história do país, em 1997.

O movimento reivindicatório repercutiu em todo o território nacional, culminando em outros movimentos país afora.

A anistia possibilitou a reintegração dos policiais militares ao Corpo de Bombeiros de Minas Gerais (CBM-MG). No mesmo ano, Itamar concedeu um dos maiores reajustes para a segurança pública do Estado, elevando o piso de R$ 615 para R$ 1mil. O ex-governador também ficou conhecido por ter regularizado as pendências financeiras de Minas, cuja dívida, chegava a R$ 21 bilhões com a União.

Para os servidores da segurança pública, Itamar Franco foi o responsável por permitir que policiais e bombeiros de Minas voltassem a ter dignidade e cidadania.

Itamar Augusto Cautiero Franco

Trajetória

A naturalidade baiana de Itamar Franco se justifica: ele nasceu a bordo de um navio. Sua mãe, recentemente viúva, registraria o filho em Salvador, onde morava um tio. Sua família era de Juiz de Fora, onde ele cresceu e se formou em Engenharia Civil em 1955. Iniciou a vida política em 1967, quando foi eleito prefeito em Juiz de Fora. Foi eleito para mais um mandato em 1973, mas ficou no cargo por apenas um ano, já que concorreu e ganhou uma vaga no Senado. Em 1982, é reeleito para o cargo. Disputa o governo de Minas em 1986, mas é derrotado por Newton Cardoso.

Em 1989, Itamar filia-se ao desconhecido Partido da Reconstrução Nacional (PRN) para ser candidato à vice na chapa de Fernando Collor de Melo. Em 1992, Collor é acusado de corrupção e renuncia ao cargo no dia 27 de dezembro. Itamar assume o País com uma inflação de 1.100% em 1992. No ano seguinte, a inflação atingiria 6.000%. Em meio a essa crise, várias cabeças de ministros da Economia rolaram, até que Fernando Henrique Cardoso chega com a proposta de implantar o Plano Real, uma idealização do economista Edmar Bacha. O plano dominou a hiperinflação. Em seu mandato também foi realizado um plebiscito que decidiria qual a forma e o sistema de governo no País. Quase 30% dos votantes não compareceram ao plebiscito ou anularam o voto. Dos que comparecem às urnas, 66% votaram a favor da República, contra 10% favoráveis à Monarquia. O Presidencialismo recebeu 55% dos votos, ao passo que o Parlamentarismo obteve 25% dos votos. Em função dos resultados, foi mantido o regime republicano e presidencialista.

Em 1998, Itamar elege-se governador de Minas pelo PMDB. Governo bastante turbulento, logo no primeiro dia, Itamar decreta a moratória do Estado. Essa atitude polêmica levou Itamar a ser acusado pelo presidente do Banco Central, Armínio Fraga, de agir contra a estabilidade de regras necessária à atração de investimentos estrangeiros. Outro episódio marcante foi sua reação contra a privatização de Furnas, quando a Polícia Militar foi mobilizada para intervir no caso.

Atividades

· Auxiliar de estatística do IBGE

· Topógrafo do DNOS

· Diretor da Divisão Industrial de Juiz de Fora/MG

· Diretor do Departamento de Água e Esgoto de Juiz de Fora/MG

· Eletrotécnico

· Industrial

· Engenheiro

· Servidor público

· Administrador

· Prefeito de Juiz de Fora/MG - 1967 a 1971 e 1973 a 1974

· Senador - 1975 a 1983 e 1983 a 1990

· Vice-presidente da República - 1990 a 1992

· Presidente da República - 1992 a 1994

· Governador de Minas Gerais - 1999 a 2003

· Embaixador do Brasil na Itália - 2004 a 2005


FONTE: PORTAL DO GOVERNO DE MINAS

Novo líder de Dilma já fala em evitar Emenda 29 e PEC 300


Em entrevista no Palácio do Planalto realizada logo após ter seu nome indicado para a liderança do governo no Congresso, o deputado federal Mendes Ribeiro Filho (PMDB-RS) já chegou ao posto falando em evitar votações que a base no Congresso pretendia votar. Entre elas estão a PEC 300, que cria um piso nacional para policiais, e a regulamentação da Emenda 29, que determina uso de verbas para a saúde.
“É preciso que a gente se entenda”, defendeu. Ques­tionado se estava se referindo à própria base aliada, ele respondeu: “Estou me referindo ao mundo real, de todo mundo. Do jornalismo também, do dia a dia”. Ele criticou a Emenda 29, dizendo que não gosta dela, e justificou que a medida não aponta a fonte dos recursos para os novos gastos na Saúde previstos. “A Emenda 29 é muito ruim. É preciso ver se, na ponta, a Saúde vai melhorar”, criticou.
A votação dos dois projetos foi cogitada por aliados durante a disputa entre o Congresso e a presidente sobre a liberação de pagamento de emendas parlamentares.
Mendes disse que a presidente lhe pediu para “trabalhar, trabalhar, trabalhar; ouvir, ouvir, ouvir”. O novo líder, que almoçou ontem com Dilma no Palácio da Alvorada, disse que buscará o diálogo e argumentou que esse instrumento faz com que o trabalho apresente resultados. “A presidente me pediu muito trabalho, muito diálogo e paciência”, disse o parlamentar gaúcho, acrescentando que há muitos desafios pela frente.
Questionado se tinha preocupação com a base, uma vez que a presidente teria recuado ao atender os parlamentares na questão da prorrogação do prazo das emendas, o novo líder afirmou que Dilma não cedeu. “Ela decidiu quando tinha de decidir”, afirmou. Mendes Ribeiro Filho disse que Dilma já o convocou para uma reunião de coordenação de governo, marcada para o final da tarde da próxima segunda-feira.
O novo líder do governo no Congresso ressaltou que é preciso ter paciência “para ouvir muito e desarmar os espíritos”. Ele disse que tem de “mostrar que ‘um não’ não quer dizer exatamente ‘não’, mas a impossibilidade de dizer um sim.”
Em relação à liberação dos recursos das emendas de parlamentares, ele disse que o desafio, a partir de agora, “é olhar para frente”. Anunciou que iniciará um diálogo com os líderes, com a coordenação das bancadas, que também irá ouvir os pleitos dos estados e conversará com a Confe­­de­­­ra­­ção Nacional dos Municípios.



“Eu não sou guarda municpal, tampouco policial militar”


As cenas da novela Insensato Coração em que um delegado da Polícia Federal desdenha de policiais militares e guardas municipais estão no vídeo a seguir. Quem quiser ler a discussão sobre a veiculação da ironia pela Rede Globo, leia o post “As polícias de paletó e as polícias de farda“.
 

Lei que entra em vigor na segunda deve tirar milhares de presos da cadeia


Medidas para suspeitos vão de pulseira eletrônica a veto a viagens; nova regra deve reduzir custos para o Estado e lotação nas cadeias

Na próxima segunda-feira, entra em vigor a nova Lei das Cautelares, que permite ao juiz aplicar, além de prisão ou liberdade, outras medidas a suspeitos de crimes. Dependendo da decisão judicial, dezenas de milhares de pessoas que hoje estão presas poderão ser liberadas e aguardar em liberdade o julgamento de seus processos. Ao mesmo tempo, juízes poderão impor limites e obrigações para quem não for preso e evitar prisões desnecessárias.
A Lei 12.403 prevê que o juiz poderá determinar que o suspeito se apresente periodicamente em juízo, permaneça em casa durante a noite ou em dias de folga, proíba que ele frequente determinados lugares ou mantenha contato com certas pessoas, suspenda o exercício de função pública ou a atividade econômica do suspeito, determine a internação provisória ou o monitoramento eletrônico do acusado.
Superlotação. A nova lei pode reduzir a superlotação nos presídios. Dados de 2009 do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), vinculado ao Ministério da Justiça, mostravam que a população dos presídios era de 451 mil pessoas - 44% deles em prisão preventiva, justamente o alvo da lei. Mutirões carcerários do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) também revelaram que muitas dessas prisões seriam desnecessárias e ilegais.
O custo para o Estado também cairia. O governo estima que a prisão preventiva custa para os cofres públicos R$ 1,8 mil. Pela nova lei, a medida mais cara é o monitoramento eletrônico, com custo aproximado de R$ 600 por mês.
De acordo com o CNJ, não há nenhum dado estatístico confiável que possa prever quantos presos poderão agora aguardar em liberdade o julgamento. "Mesmo que essas pessoas sejam liberadas é porque não precisavam de fato estar presas", afirma o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF).



Interação entre PCDF e PMGO culmina em mais um Foragido recapturado



No dia 30 de juho de 2011, às 17h30min, policiais militares do munícipio de Padre Bernardo, após informações de Policiais Civis do 6º DP da Cidade Satélite do Paranoa – DF, localizaram a pessoa de FABIO LACERDA DE SOUZA, DN 11/04/1987, foragido do Distrito Federal, acusado de prática de homicídio qualificado, com requintes de muita crueldade naquela cidade. O indivíduo foi levado ao Distrito Federal onde ficou a disposição da PCDF para providencias. Participaram da Ocorrência: CB Freitas, CB Weslei, SD Vicente e SD Aguiar.
Fonte: Soldado Wendel

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Cmt Geral e Presidente da CNCG/CBM envia carta de repúdio à TV Rede Globo


O Comandante Geral da Policia Militar do Estado de São Paulo, Coronel Alvaro Batista Camilo, também Presidente do Conselho Nacional de Comandantes Gerais das Polícias Militares e Bombeiros Militares (CNCG/CBM), encaminha carta de repúdio à emissora de TV Rede Globo manifestando insatisfação em relação a novela Insensato Coração veículada em 29JUN11.
Veja a carta no link abaixo:

Fonte: e-mail recebido de "corrente na internet"
Foto: Divulgação, extraída da internet.
Veja o Vídeo na íntegra:

Ache outros vídeos como este em POLICIAIS E BOMBEIROS DO BRASIL - A MAIOR COMUNIDADE DO GENERO


Programação do aniversário da Polícia Militar de Goiás!!!!



quinta-feira, 30 de junho de 2011

Vândalos, não. E valorizados?


A anistia administrativa dos Bombeiros Militares do Rio de Janeiro que participaram da mobilização em reivindicação de ajustes salariais para a categoria foi aprovada por unânimidade na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro. Isso significa que, após a sanção do Governador, os processos administrativos referentes à ação dos manifestantes serão extintos. Trata-se de uma vitória para a categoria, que agora luta pelo mesmo tratamento por parte do legislativo federal.
O Governador do Rio de Janeiro se comprometeu a sancionar a anistia, mesmodepois de ter chamado os bombeiros de “vândalos”, adjetivo que retirou publicamente em entrevista:
“- Faltou diálogo com o movimento, e eles erraram com a invasão. Eu errei quando os chamei de vândalos. Alguns líderes erraram com a ação abrupta de levar mulheres e crianças para a manifestação. Estou fazendo meu mea-culpa. Acho que a anistia vai ao encontro desse desarmamento de espírito”
Que os bombeiros não são vândalos, todos nós sabemos, por isso a indignação popular em torno das palavras do Governador. Entretanto, é preciso que se faça a transição da condição de “vândalos” para a de “valorizados”, já que a aprovação das anistias coloca o movimento dos bombeiros de volta ao ponto zero: em reivindicação à melhoria nos salários aviltantes.
Provavelmente o movimento endenderá que a anistia nada mais é que o reconhecimento da legitimidade dos pleitos, que devem continuar até que a dignidade necessária seja alcançada. Ou isso, ou teremos tudo como dantes no Quartel de Abrantes.