domingo, 16 de outubro de 2011

Segundo policial militar, ministro do Esporte recebeu propina no ministério


Ministro Orlando Silva rebate acusação e se diz 'perplexo'

Orlando Silva, ministro do Esporte
Orlando Silva, ministro do Esporte: promessa de processar acusador (Tasso Marcelo/AE)
"Um bandido fala e eu que tenho que provar que não fiz, meu Deus?”, afirmou o comunista, informando que vai processar o policial
O ministro do Esporte, Orlando Silva, rebateu as acusações de foi o mentor e beneficiário de um esquema de desvio de dinheiro do programa Segundo Tempo. Na edição que chega neste sábado às bancas, a revista VEJA traz uma entrevista com o policial João Dias Ferreira, um militante do PC do B que também é dono de uma ONG que sumiu com 2 milhões de reais que deveriam ter sido usados na compra material esportivo e alimentos para crianças carentes.
De Guadalajara, no México, onde participou da cerimônia de abertura dos Jogos Panamericanos, Orlando Silva se disse chocado com a denúncia e classificou o denunciante como “bandido”. O ministro afirmou que tinha conhecimento de que o policial ameaçara fazer denúncias públicas envolvendo sua pasta e admitiu ter recebido João Dias no ministério, a pedido de seu antecessor na pasta e atual governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz.
“Confesso que eu estou chocado”, disse. “Estou estupefato, perplexo. Um bandido fala e eu que tenho que provar que não fiz, meu Deus?”, afirmou o comunista, informando que vai processar o policial.
O ministro disse que sabia das ameaças do policial há algum tempo. “Durante um ano esse sujeito procurou gente do ministério e fez ameaça, insinuação. E qual foi a nossa posição? Amigo, denuncie, fale o que você quiser. Por quê? Porque como nós temos convicção de que o que foi feito foi o correto, nós não tememos. E falávamos para ele: não nos interessa. Ele falava que existia um dossiê, que ia denunciar... A resposta era: faça, procure o Ministério Público, a polícia, a justiça, faça o que você quiser fazer”, afirmou.
Indagado sobre a razão pela qual o ministério não comunicou as ameaças à polícia, o ministro disse que “imaginou” que um de seus subordinados pudesse ter levado o assunto às autoridades competentes. “Chegamos a falar sobre essa hipótese.”
O ministério não registrou queixa das ameaças nem da agressão física que o próprio policial diz ter cometido contra Júlio Filgueira, ex-secretário nacional de Esporte Educacional do ministério. João Dias disse ter dado socos e coronhadas em Filgueira, nas dependências da secretaria.
Sobre o encontro que teve com o soldado, Orlando Silva explicou: “Estive com ele uma única vez, quando o Agnelo recomendou que eu recebesse ele, que era presidente de uma federação esportiva em Brasília e ele propôs fazer a tal parceria com o programa Segundo Tempo. Foi no gabinete, em audiência. Não foi num lugar escuso, sombrio. E quando ele não cumpriu aquilo que estava determinado, eu assinei a Tomada de Contas Especial, eu mandei para o Tribunal de Contas apurar”, declarou.
Orlando Silva desafiou o policial a provar o que diz e sugeriu que o militar, seu colega de partido, enriqueceu às custas de corrupção. “Vale a pena olhar qual é a minha declaração de renda, qual é meu patrimônio, qual é minha conta bancária e qual é a dele”. Por fim, emendou, enigmático: “Qual é a (conta) dele e de outras pessoas que têm relação (com o soldado)”.

Apesar de sua assessoria ter sido procurada na quinta-feira por VEJA, só após o fechamento da revista, na noite de sexta-feira, é que Orlando Silva fez contato com a reportagem. Antes, seus assessores haviam pedido que as perguntas fossem encaminhadas por escrito.

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/ministro-orlando-silva-reba...


PMDF distribui panfleto polêmico

PMDF distribui panfleto polêmico e Câmara manda recolher material Em cartilha sobre segurança feita para o Batalhão da Esplanada, dois negros assaltam um branco



O desenho criticado pelo movimento negro traz dicas de como agir em assaltos
Um panfleto distribuído pela Polícia Militar do Distrito Federal na rodoviária e no metrô de Brasília vem gerando polêmica, principalmente entre afrodescendentes. O documento é uma espécie de orientação aos passageiros sobre cuidados para evitar roubos e furtos no local e seria um excelente manual de utilidade pública se, no item como agir em caso de assalto, a ilustração não fosse dois negros armados abordando uma pessoa branca. O material foi produzido pela área de Comunicação Social da corporação para o Batalhão Esplanada, que é sediado nas dependências da Câmara dos Deputados. Ao ser informado, o presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS), pediu o recolhimento do folheto, o que foi feito ontem à tarde pela PM.

A informação sobre a existência do folheto foi dada à ouvidoria da Câmara por um professor universitário. Imediatamente, a Presidência pediu ao comando da PMDF que tirasse o material de circulação para não associar sua divulgação à Casa. Na cartilha Previna-se contra furto e roubo a pedestre na rodoviária, há informações para que os usuários ajudem a corporação a fazer a segurança do local, sugerindo dicas de como manusear dinheiro, usar celular, portar-se em lugares com pouca iluminação, entre outras. Além disso, há explicações sobre o que é furto — subtração de um bem sem o emprego da violência — e roubo —quando o crime é cometido mediante ameaças.

Mas o que causou a reação do movimento negro e a retirada do folheto de circulação foi a orientação sobre como agir em um assalto. A ilustração mostra dois supostos assaltantes de cor negra, usando boné e revólver. A vítima é uma pessoa branca, calva, vestida de terno e portando uma maleta executiva. O material foi retirado de circulação pela própria PMDF. “Todos os panfletos já foram recolhidos após a determinação”, informou o tenente Gerson de Lima Almeida, oficial de dia no posto da corporação.
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-ec...

PEC300: Sem reajustes para policiais, Brasil corre o risco de sofrer “apagão” da segurança pública


A Câmara dos Deputados deve votar ainda em 2011, em segundo turno, a PEC 300, proposta que cria um piso nacional para policiais militares, civis e bombeiros. Mas apesar de concordarem com a aprovação da medida, que enfrenta resistência por parte dos governos estaduais e federal, especialistas ouvidos pelo R7 dizem que ela não é suficiente para solucionar o problema da segurança pública no Brasil.
Para Guaracy Mingardi, analista criminal e professor da escola de Direito da FGV (Fundação Getúlio Vargas), e para o secretário executivo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima, o Brasil deveria fazer uma “profunda reforma” em seu sistema de segurança, na qual o reajuste salarial das categorias seria apenas um dos pontos a serem implementados, mas não o único.
Para começar, os analistas rejeitam o argumento da União e dos Estados de que falta dinheiro para a área. De acordo com Lima, em 2010, o Brasil gastou, em média, R$ 55 bilhões com segurança pública, quantia que seria muito melhor aproveitada se fossem repensados os gastos do setor.
- O Brasil tem um sistema que gasta muito, mas que é caótico, pouco eficaz, e que paga muito mal seus policiais. O país investe, em média, 1,3% do PIB [produto interno bruto, ou a soma de todas suas riquezas] com a área da segurança. É o mesmo que a França gasta, mas os policiais franceses são mais bem pagos e as taxas de violência são bem menores. Por quê? É algo pra gente pensar. 
De acordo com o levantamento mais recente do Fórum, cujos dados são de 2009, em ao menos 12 Estados e no Distrito Federal a taxa anual de assassinatos é acima da média nacional, que é de 25 mortes para cada 100 mil habitantes – número que vem diminuindo, mas que ainda precisa melhorar.
Uma das soluções apontadas pelos especialistas para realizar gastos públicos mais eficientes com a área seria unificar as polícias Civil e Militar. De acordo com Mingardi, o fato de o país ter duas corporações distintas, sob a tutela dos governos estaduais, “duplica os custos com pessoal e com infraestrutura”. Entretanto, a proposta não encontra apoio nem mesmo dentro das corporações, cuja rixa histórica não é segredo.
- A unificação lenta das polícias diminuiria custos e aumentaria a eficiência. Mas ninguém quer falar nisso, inclusive as próprias polícias são contra. A rixa é muito grande e cada um dos dois lados tem medo de ser engolido pelo outro.
Se a unificação ainda não é vista como uma alternativa, uma saída seria diminuir a hierarquia dentro das corporações, ou mesmo repensar no que cada uma poderia ajudar à outra, observa Lima.
- Deveríamos pensar em como organizar as polícias de uma forma mais racional, sem grandes conflitos de competência entre Polícia Civil e Polícia Militar e Polícia Federal. E também pensar em como adotar novas tecnologias, para sair do binômio efetivo-viatura.
Além disso, ressaltam, a questão salarial não é um problema apenas de quem está começando a trabalhar. Em grande parte dos Estados, falta um plano de carreiras e salários, ou seja, mesmo nos locais que pagam um piso salarial razoável, os policiais que estão há anos nas corporações veem seus salários aumentar muito pouco ao longo dos anos.
Colapso
Embora façam coro para destacar que a questão salarial não é o único problema do setor, os especialistas admitem que talvez ela seja a mais urgente. Para eles, a tentativa do governo federal e dos Estados de adiar a votação da PEC 300 pode se tornar um “tiro no pé”, visto o número de greves e protestos que têm ocorrido pelo país.
Em recente artigo, Mingardi alertou para um risco iminente de “apagão” na área, a exemplo do que ocorreu no governo FHC, que sofreu com o apagão do setor de energia, e no governo Lula, quando o problema maior foi o setor aéreo. Em entrevista ao R7, ele reforçou que, caso o Executivo não dê pelo menos um “sinal” às polícias, o governo Dilma pode enfrentar, em breve, um “apagão da segurança pública”.
- Se não houver uma satisfação para a polícia, você pode ter um apagão mais generalizado no ano que vem. Neste ano, nós tivemos vários focos de apagão, com greves e protestos. Mas se mostrarmos que a coisa está caminhando, é provável que no ano que vem a gente enfrente ma sequência de confrontos inédita.


PRF e Funrio assinam acordo para continuidade do concurso de 2009


Concurso para 750 vagas de policial está parado há quase dois anos.
Funrio repassará para nova organizadora dados de aprovados na 1ª etapa.


A diretora-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Maria Alice Nascimento Souza, e o presidente da Funrio, Mário Gaspare Giordano, assinaram, na sexta-feira (30), na superintendência da PRF no Rio de Janeiro, o acordo extrajudicial que permitirá a continuidade do concurso para a ocupação de 750 vagas para o cargo de policial rodoviário federal, realizado em 2009. As informações são da assessoria de imprensa da PRF.
O processo de seleção estava suspenso havia quase dois anos por conta de brigas judiciais, após fraudes nas provas realizadas em outubro de 2009. Desde então, cerca de 110 mil candidatos aguardam o desfecho da seleção.
Acordo entre Funrio e PRF (Foto: Divulgação/Site do DPRF)Mara Alice, da PRF, assina acordo ao lado de
Giordano, da Funrio (Foto: Divulgação/Site do DPRF)
Com a assinatura do acordo, a Funrio repassará para a nova organizadora, que será contratada pela PRF para dar prosseguimento ao concurso, a base de dados dos aprovados na primeira etapa – prova objetiva e redação. A partir daí, serão executadas as etapas restantes: exame de capacidade física, avaliação psicológica, médica e o curso de formação, todas de caráter eliminatório.
Para a diretora-geral, a retomada do concurso é uma vitória do espírito público. “Começamos aqui a recompor o efetivo da PRF e agora podemos planejar os próximos concursos, a nomeação de novos policiais é imprescindível para prestarmos um serviço cada vez melhor para a sociedade brasileira”. Além disso, "a retomada deste concurso é uma das grandes metas da nossa administração e é uma definição na vida de centenas de candidatos que esperavam esta resolução desde 2009".
Para a continuidade do concurso, a PRF aguarda agora a disponibilidade orçamentária do governo federal. A expectativa é de que os candidatos aprovados estejam no curso de formação já no início de 2012 e nomeados, atuando nas rodovias federais, ainda no primeiro semestre do ano que vem.

O Brasil no Ranking de Homicídios do Mundo


A Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou nesta semana o relatório de um estudo que esboça a condição de todos os países do mundo na questão das mortes violentas letais (homicídios). Trata-se do primeiro estudo em escala global que estuda comparativamente a violência. Em comparação com os demais países do mundo, o Brasil é a 24ª nação em que mais se mata no mundo, e o 3º país mais violento da América Latina.
Abaixo, um comparativo da taxa de homicídios no Brasil em 2009 (homicídios por 100.000 habitantes), para que o leitor observe qual a condição atual de nosso país em relação a alguns países do mundo:
Venezuela……………………………………………. 49,0
Colômbia…………………………………………….. 34,6
África do Sul ……………………………………….. 33,8
Porto Rico ………………………………………….. 23,8
Brasil …………………………………………………. 22,7
Equador……………………………………………… 18,4
México ………………………………………………. 17,7
Rússia…………………………………………………. 15,1
Bolívia………………………………………………… 6,9
Uruguai……………………………………………… 6,8
Argentina……………………………………………… 5,5
Estados Unidos……………………………………… 5,0
Chile……………………………………………………. 3,7
Índia……………………………………………………. 3,4
Israel……………………………………………………. 2,1
Canadá………………………………………………….. 1,8
Austrália………………………………………………… 1,2
Portugal………………………………………………… 1,2
Inglaterra……………………………………………….. 1,1
Itália………………………………………………………. 1,0
Suécia…………………………………………………….. 1,0
Dinamarca……………………………………………….. 0,9
Espanha…………………………………………………… 0,9
Japão………………………………………………………. 0,4
Apesar da posição lamentável (nosso país é o que possui o maior número absoluto de homicídios), o relatório destaca a iniciativa do estado de São Paulo como uma referência no combate à criminalidade letal, conforme o trecho abaixo destaca (tradução nossa):
De fato, a experiência recente de São Paulo, cidade mais populosa do Brasil, demonstra a significativa possibilidade de prevenção da criminalidade violenta e sua redução no contexto urbano. Na primeira década deste século, novas políticas foram implementadas para reduzir os níveis de criminalidade e de homicídios, em particular. Em 2003, uma legislação com controles mais rígidos sobre armas de fogo foi aprovada, em conjunto com campanhas de desarmamento. A nível nacional, tais medidas, provavelmente, contribuíram para o ligeiro decréscimo nas taxas de homicídios depois de 2004, mas o impacto foi significativamente maior em São Paulo, em que a execução de tais medidas foi particularmente efetiva também por causa de esforços pré-existentes para reduzir a criminalidade violenta, através de novas práticas policiais. As tendências muito diferentes das taxas de homicídio em São Paulo e no Rio de Janeiro mostram que as políticas de prevenção de tais crimes pode fazer uma verdadeira diferença a nível local.
O relatório está em inglês, mas não é difícil entender as tabelas e os gráficos (para o caso de quem não lê em inglês). Clique aqui para fazer download…

Policial de folga flagra assalto em ação e prendo o mesmo

 No momento em que se dirigia para casa, o policial se deparou com duas mulheres grávidas no chão e a outra sob a mira de uma arma
Da redação / TV CMN



O policias militar José Souza da Mota (Soldado Mota) voltava tranquilamente do trabalho no último dia (10/10) e seguia para sua residência quando ao entrar na quadra 05 do setor Mansões Águas Lindas se deparou com uma cena onde havia duas mulheres deitadas no chão as duas de 18 anos e grávidas uma de oito meses e a outra de cinco meses além de sua filha que estava sobre a mira de uma arma, o elemento estava assaltando as estudantes, o policial então resolveu agir de imediato e desceu do veículo e com sua arma em pronto baixo deu voz de prisão ao elemento, sem dizer nada o elemento acabou fugindo do local em alta velocidade montado em uma bicicleta, o policial conseguiu seguir o elemento até a 4 do mesmo setor onde o mesmo já estava pulando o muro de algumas residências ali próximas, mas foi alcançado e preso pelo policial que pediu apoio dos colegas em serviço, no local compareceu a viatura de CPU com os militares Sgt. Carlos.
O bandido foi identificado como sendo  Antônio Carlos Pereira dos Santos de 22 anos, ele já tem passagem pelo o artigo 157 (assalto), com ele os policiais encontraram os pertences das vítimas e uma arma sendo ela de brinquedo.
O elemento foi conduzido ao DP aonde foi ouvido pelo o delegado de plantão e posteriormente foi conduzido ao presídio de Águas Lindas onde deve aguardar uma decisão da justiça.

PEC300- GRANDE MARCHA PELA VOTAÇÃO DO 2º TURNO


25 de outubro de 2011 SERÁ O GRANDE DIA.

A Comissão do Fórum da União Pacífica pela PEC 300/2008 – UPPEC convida a todas as Associações dos Policiais Militares , Bombeiros Militares, Associações e Sindicatos dos Policiais Civis de todo o Brasil  para a Grande Marcha Pela Democracia e Votação em Segundo Turno da PEC 300, em Brasília -Distrito Federal SUA PRESENÇA sensibilizará as autoridades e a sociedade para a defasagem salarial e as condições de trabalho que os policiais militares, bombeiros militares e policiais civis têm enfrentado nos últimos anos.
Esta Direção se sentirá honrada em poder contar com a participação do prezado companheiro e familiares em mais esse evento.

SUA MISSÃO É SALVAR VIDAS, A NOSSA É CUIDAR DE VOCÊS!
Interesses pessoais e vaidades podem esperara PEC 300/2008, NÃO.
DIREÇÃO OPERACIONAL:
Coordenador – Presidente, Nilo Guerreiro ( Ten. BM rep. ACS – CBMERJ) 7863-2540.
Coordenador Vice Presidente  Nelson Moura Junior (Sub Ten. BM rep. Club Sub Ten Sgt.BM)7860-2046
1 º  Diretor Secretário Elmo (Sub Of. COMAER, Comitê Organizador) 9889-7679; 7854-9951; ID 119*13265;
2º  Diretor Secretário Marcos (Sub Ten. BM rep. Club Sub Ten. Sgt. BM) 7715-7774
 1º Diretor Administrativo, Rodrigues ( Sub. TeN. BM, rep. Galeria de Heróis) 7863-2126
2º Diretor Administrativo ,Marins( 1º Sgt. PM, Comitê Organizador) 9692-5391
1º Diretor Financeiro ,Moura (Cel. BM rep. Ass. Of. BM) 7847 - 6873
2º Diretor Financeiro ,Mathias (Ten PM, Comitê Organizador)7806-7325.
 1º Diretor de Eventos , Aquino(Sgt. PM) 7811-2468
2º Diretor de Eventos Guilherme ( Pol. Cv. Petrópolis) (24) 9225 - 8810
1º Diretor de Logística , Machado( Sgt. BM, Comitê Organizador) 8758-3048
2º Diretor de Logística Tarcy (Sgt. PM,  Comitê Organizador) 9803-4679
3º Diretor de Logística Sardinha (Cap. PM, Comitê Organizador)8877-9260
4º Diretor de Logística  Jesus (Ten. BM, rep. Galeria de Heróis) 7842 - 1877    
 JURÍDICO DAS Associações de Classe.


Adriana Dahan
Assessoria de Comunicação 21-2232-5967
21-7863-8410
ID. 104*166883
 

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Veja quanto ganha um Policial Militar e Civil em início de carreira no Brasil




Empresas de Segurança Particular estariam boicotando a PEC 300


Um dos maiores portais de notícias do país, o R7, fez uma matéria extensa sobre as resistências à aprovação da Proposta de Emenda Constitucional de número 300, a PEC 300, que cria o piso salarial nacional para as polícias e bombeiros brasileiros. A reportagem deixa claro quais são as instâncias governamentais que estão boicotando a PEC, alegando desde falta de recursos até a “quebra do pacto federativo”, falácias que tentam camuflar a falta de prioridade para a segurança pública no país. Segundo o R7, além do Governo Federal, os governos estaduais de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Minas Gerais e Pernambuco estão na vanguarda da contrariedade à valorização dos profissionais de segurança pública.
Na matéria, um outro “inimigo” da PEC 300 é apontado, o lobby das empresas de segurança particular, que não teriam o serviço de segurança prestado por policiais “a preço de banana” caso o salário das polícias fossem aumentados. Ouve-se dizer que, em alguns estados, policiais chegam a cobrar menos de R$40,00 por um turno de vigilância particular – valor que beira a miséria, tendo em vista que até mesmo o armamento utilizado pertence ao próprio policial. Vejam o que a matéria do R7 fala sobre o assunto:
Mas não são só os governos estaduais e federal que não querem a aprovação da proposta neste ano. Entidades do setor apontam outro forte lobby contrário à PEC 300: as empresas de segurança privada. De acordo com o presidente da Cobrapol (Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis), Janio Bosco Gandra, a medida prejudicaria o setor, que hoje lucra com a contratação de policiais militares e civis para fazer “bicos” nas horas vagas.
O autor do projeto, deputado federal Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), concorda com a entidade, mas diz que a aprovação da PEC ajudaria a solucionar com o problema.
- Hoje em dia, quase todos os policiais têm um bico, senão eles não conseguem sobreviver. [...] E o problema é que o salário do bico é, geralmente, maior que o salário oficial, ou seja, o policial acaba dando mais atenção ao bico.
Em outro trecho relevante da matéria, o professor Guaracy Mingardi (FGV-SP) faz um alerta para o perigo do desdém que os governos fazem com o tema:
Embora façam coro para destacar que a questão salarial não é o único problema do setor, os especialistas admitem que talvez ela seja a mais urgente. Para eles, a tentativa do governo federal e dos Estados de adiar a votação da PEC 300 pode se tornar um “tiro no pé”, visto o número de greves e protestos que têm ocorrido pelo país.
Em recente artigo, Mingardi alertou para um risco iminente de “apagão” na área, a exemplo do que ocorreu no governo FHC, que sofreu com o apagão do setor de energia, e no governo Lula, quando o problema maior foi o setor aéreo. Em entrevista ao R7, ele reforçou que, caso o Executivo não dê pelo menos um “sinal” às polícias, o governo Dilma pode enfrentar, em breve, um “apagão da segurança pública”.
- Se não houver uma satisfação para a polícia, você pode ter um apagão mais generalizado no ano que vem. Neste ano, nós tivemos vários focos de apagão, com greves e protestos. Mas se mostrarmos que a coisa está caminhando, é provável que no ano que vem a gente enfrente ma sequência de confrontos inédita.
A matéria é uma das mais claras publicações sobre os enfrentamentos vigentes em torno da aprovação do Piso Salarial das polícias brasileiras. Para superar tantos interesses contrários à dignidade dos policiais, será preciso muita pressão e mobilização dos profissionais de segurança pública de todo o Brasil.

Filiados do PT questionam a filiação de Aleandra no partido


Com a filiação da Aleandra no PT, aparece as primeiras rejeições  no partido.
O deputado estadual Hildo do Candango usando sua estratégia política de neutralizar a possível terceira via que esta sendo trabalhada pelo PT e PMDB, filiou sua esposa Aleandra Henrique de Souza no Partido dos Trabalhadores  de Águas Lindas. Mais de dez filiados que descobriram os meios que foram utilizados para que isto acontecesse, causou irritação de alguns lideres do partido a exemplo do advogado Jair Amaral que protocolou, ontem, dia 13/10  às 20 horas, impugnação à filiação  da mulher do deputado sob  alegações diversas.
Segundo Jair Amaral a filiação aconteceu dia 08/10, por volta das 14 horas, na sede municipal do PT, tendo comparecido pessoalmente o próprio deputado Hildo, uma violação a lei eleitoral, citou Jair Amaral. Segundo argumento alegado pelo petista foi a ausência de discussão e votações internas, conforme determina o estatuto do partido, para conhecerem e avaliarem o filiado.       
Jair Amaral contesta a filiação: "falta afinidade ideológica".
Os petistas insatisfeitos alegam a ausência de afinidade ideológica e programática da pretensa filiada ao PT, bem como por seu esposo Hildo do Candango ser deputado da base aliada do Governador Marconi Perillo quando o PT Regional de Goiás busca lançar um petista ao governo do Estado em 2014.
Segundo o petista Jair Amaral existe cerca de mais de outras 20 impugnações que estão previstas para as últimas horas, frisando com bastante ênfase que nunca imaginava a alta rejeição de Aleandra e do Deputado Hildo na grande maioria dos filiados e do Diretório, pois, a filiação se deu de forma restrita a cerca de pouco mais de 06 dirigentes. Por último, não descartou ir até a Justiça Eleitoral contra a filiação e envolvidos na mesma.

Exclusivo: A Verdade que a imprensa não divulgou sobre a fuga de presos em Cristalina


Major Araújo diz que a Assembleia da um tratamento desrespeitoso e indevido aos militares de Goiás.


quarta-feira, 12 de outubro de 2011

O motivo do feriado - 12 de outubro



No dia 12 de outubro, comemoram-se três datas, embora poucos lembrem-se de todas elas: Nossa Senhora Aparecida, padroeira oficial do Brasil, o Dia das Crianças e o Descobrimento da América. Nosso feriado nacional, no entanto, deve-se somente à primeira data, e, embora a devoção à santa remonte aos idos do século XVIII, só foi decretado em 1980.
Há duas fontes sobre o achado da imagem, que se encontram no Arquivo da Cúria Metropolitana de Aparecida e no Arquivo Romano da Companhia de Jesus, em Roma.
Segundo estas fontes, em 1717 os pescadores Domingos Martins García, João Alves e Filipe Pedroso pescavam no rio Paraíba, na época chamado de rio Itaguaçu. Ou melhor, tentavam pescar, pois toda vez que jogavam a rede, ela voltava vazia, até que lhes trouxe a imagem de uma santa, sem a cabeça. Jogando a rede uma vez mais, um pouco abaixo do ponto onde haviam pescado a santa, pescaram, desta vez, a cabeça que faltava à imagem e as redes, até então vazias, passaram a voltar ao barco repletas de peixes. Esse é considerado o primeiro milagre da santa. Eles limparam a imagem apanhada no rio e notaram que se tratava da imagem de Nossa Senhora da Conceição, de cor escura.
Durante os próximos 15 anos, a imagem permaneceu com a família de Felipe Pedroso, um dos pescadores, e passou a ser alvo das orações de toda a comunidade. A devoção cresceu à medida que a fama dos milagres realizados pela santa se espalhava. A família construiu um oratório, que, logo constatou-se, era pequeno para abrigar os fiéis que chegavam em número cada vez maior. Em meados de 1734, o vigário de Guaratinguetá mandou construir uma capela no alto do Morro dos Coqueiros para abrigar a imagem da santa e receber seus fiéis. A imagem passou a ser chamada de Aparecida e deu origem à cidade de mesmo nome.
Em 1834 iniciou-se a construção da igreja que hoje é conhecida como Basílica Velha. Em 06 de novembro de 1888, a princesa Isabel visitou pela segunda vez a basílica e deixou para a santa uma coroa de ouro cravejada de diamantes e rubis, juntamente com o manto azul. Em 8 de setembro de 1904 foi realizada a solene coroação da imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida e, em 1930, o papa Pio XI decreta-a padroeira do Brasil, declaração esta reafirmada, em 1931, pelo presidente Getúlio Vargas.
A construção da atual Basílica iniciou-se em 1946, com projeto assinado pelo Engenheiro Benedito Calixto de Jesus. A inauguração aconteceu em 1967, por ocasião da comemoração do 250.º Aniversário do encontro milagroso da imagem, ainda com o templo inacabado. O Papa Paulo VI ofertou à santa uma rosa de ouro, símbolo de amor e confiança pelas inúmeras bênçãos e graças por ela concedidas. A partir de 1950 já se pensava na construção de um novo templo mariano devido ao crescente número de romarias.
O majestoso templo foi consagrado pelo Papa, após mais de vinte e cinco anos de construção, no dia 4 de julho de 1980, na primeira visita de João Paulo II ao Brasil.
A data comemorativa à Nossa Senhora Aparecida (aniversário do aparecimento da imagem no Rio) foi fixada pela Santa Sé em 1954, como sendo 12 de outubro, embora as informações sobre tal data sejam controversas. É nesta época do ano que a Basílica registra a presença de uma multidão incontável de fiéis, embora eles marquem presença notável durante todo ano.
A imagem encontrada e até hoje reverenciada é de terracota e mede 40 cm de altura. A cor original foi certamente afetada pelo tempo em que a imagem esteve mergulhada na água do rio, bem como pela fumaça das velas e dos candeeiros que durante tantos anos foram os símbolos da devoção dos fiéis à santa. Em 1978, após o atentado que a reduziu a quase 200 pedaços, ela foi reconstituída pela artista plástica Maria Helena Chartuni, na época, restauradora do Museu de Arte de São Paulo. Peritos afirmam que ela foi moldada com argila da região, pelo monge beneditino Frei Agostinho de Jesus, embora esta autoria seja de difícil comprovação.
Seja qual for a autoria da imagem ou a história de sua origem, a esta altura ela pouco importa, pois as graças alcançadas por seu intermédio têm trazido esperança e alento a um sem número de pessoas. Se quiser saber mais detalhes sobre a Basílica e sua programação, visite o site www.santuarionacional.com.br, no qual também é possível acender uma vela virtual. E já que a fé, assim como a internet, não conhece fronteiras, eu já acendi a minha, por um mais paz e igualdade no mundo. Acenda a sua e que Nossa Senhora Aparecida nos ouça e ilumine o mundo, que está precisando tanto de cuidados.

fonte: www.portaldafamilia.org

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Emissão de Guias do Ipasgo sofre alteração





A partir de hoje, 10 de outubro de 2011, a emissão de guias de consultas e exames do Ipasgo será realizada apenas pelos prestadores de serviço. Isso significa que  o usuário não precisará  ir até o prédio do Instituto ou a um Vapt  Vupt, para retirar a guia e depois ir ao hospital ou à clínica.
A intenção do Estado é desafogar a estrutura e agilizar os serviços, já que cerca de três mil pessoas buscam atendimentos no prédio do Ipasgo todos os dias. Os prestadores de serviço deverão se adequar ao atendimento automatizado e fazer um cadastro junto ao Ipasgo para atender aos usuários. 
Em novembro, a emissão exclusiva de guias pelos prestadores de serviço será estendida à região metropolitana de Goiânia e para o interior do Estado.
Fonte: http://www.ipasgo.go.gov.br/ 

A partir de hoje, 10 de outubro de 2011, a emissão de guias de consultas e exames do Ipasgo será realizada apenas pelos prestadores de serviço. Isso significa que  o usuário não precisará  ir até o prédio do Instituto ou a um Vapt  Vupt, para retirar a guia e depois ir ao hospital ou à clínica.

A intenção do Estado é desafogar a estrutura e agilizar os serviços, já que cerca de três mil pessoas buscam atendimentos no prédio do Ipasgo todos os dias. Os prestadores de serviço deverão se adequar ao atendimento automatizado e fazer um cadastro junto ao Ipasgo para atender aos usuários. 

Em novembro, a emissão exclusiva de guias pelos prestadores de serviço será estendida à região metropolitana de Goiânia e para o interior do Estado.

Fonte: http://www.ipasgo.go.gov.br/ 

Convite - Passagem de Comando do 5º e 13º CRPM





A Polícia Militar do Estado de Goiás tem a honra de convidar Vossa Senhoria e familiares, para participarem das Solenidades de Passagem de Comando do 5º e 13º CRPM.
O Coronel Abílio Rocha Neto deixa o Comando do 5º CRPM e assume o Comando do 13º CRPM e o Coronel Deovandir Frazão de Morais deixa o Comando do 13º CRPM para assumir o Comando do 5º CRPM.
 13º CRPM
Dia: 20 de outubro
Hora: 9h
Local: Sede do 13º CRPM – Águas Lindas
5º CRPM
Dia: 20 de outubro
Hora: Sede do 5º CRPM – Luziânia
Fonte: Portaria 001909

A Polícia Militar do Estado de Goiás tem a honra de convidar Vossa Senhoria e familiares, para participarem das Solenidades de Passagem de Comando do 5º e 13º CRPM.
O Coronel Abílio Rocha Neto deixa o Comando do 5º CRPM, que será assumido pelo Tenente Coronel Deovandir Frazão de Morais.
O Coronel Alexandre Freitas Elias assume o Comando do 13º CRPM, em substituição ao Tenente Coronel Deovandir Frazão de Morais.

13º CRPM
Dia: 20 de outubro
Hora: 9h
Local: Sede do 13º CRPM – Águas Lindas

5º CRPM
Dia: 20 de outubro
Hora:14h
Local: Sede do 5º CRPM – Luziânia

Fonte: Portaria 001909

sábado, 8 de outubro de 2011

A arma que reconhece o dono, e não permite disparo com outro atirador


Um dos grandes cuidados necessários à atividade policial se refere ao trato com material bélico, instrumentos capazes de lesionar gravemente e mesmo matar pessoas. Além da técnica, capacidade física e psicológica necessária ao uso, é preciso cuidar para que as armas de fogo, por exemplo, não cheguem a mãos erradas, por culpa ou dolo daquele que está responsável por determinado armamento. Não são poucos os casos em que armas das polícias chegam à posse de criminosos, ou mesmo de filhos de policiais pouco cautelosos. No horizonte de controle e prevenção destes problemas, uma solução criativa, barata e brasileira está se apresentando.
Imaginem que fosse possível que uma arma de fogo disparasse apenas quando manuseada por determinado policial, através de um mecanismo de identificação 100% seguro, tal qual os leitores biométricos que já existem em alguns procedimentos cotidianos. Não é ficção científica: um físico brasileiro desenvolveu um sistema através do qual as armas de fogo só disparam ao detectar um chip implantado na mão do atirador (responsável pela arma de fogo):
Desenvolvido na Universidade de São Paulo (USP), o chip que só permite ao dono disparar o armamento será implantado no corpo de um policial civil mineiro. Os testes serão feitos por iniciativa do escrivão Gabriel Vidigal, que aceitou implantar o equipamento criado pelo físico Mário Gazziro, professor do Instituto de Ciências Matemáticas e da Computação (ICMC) da USP.
O aparelho, um pouco maior que um grão de arroz, será implantado a partir de uma pequena cirurgia. Na arma usada pelo policial – uma pistola modelo 889 – será colocado um receptor que recolhe os dados e impede que a trava de segurança seja liberada caso outra pessoa tente fazer os disparos. O equipamento tem o número de identificação e conta ainda com uma bobina e um dispositivo que proporciona a conferência das informações contidas no chip através do sistema de radiofrequência.
Esse é o primeiro teste do tipo do Brasil. “É algo tão simples que não sei como ninguém teve essa ideia antes”, brincou o físico, que também implantou um chip na mão, em agosto do ano passado, um mês depois do início da pesquisa. Os testes, feitos com uma arma de brinquedo, garantiram 100% de precisão, de acordo com Gazziro. “A eletrônica usada no projeto é a mesma de sistemas de aviões. É impossível a arma funcionar acionada por alguém que não tenha o chip implantado”.
Segundo o criador do projeto, que não irá patentear o projeto, possibilitando o uso em domínio público, o valor do dispositivo fica entre R$100,00 e R$250,00, uma pechincha se observarmos as possibilidades de prevenção de mortes que a invenção pode promover. Abaixo infográfico informativo publicado no Jornal O TEMPO com explicações sobre o funcionamento do dispositivo:
O Estado brasileiro deve ficar atento a este projeto, que pode mudar o paradigma do uso de armas no país – dentro e fora das polícias. Controle inteligente e proporcional à importância do problema.

Eleições 2012

Agradeço aos colegas de trabalho "35ª CIPM", pela confiança a mim depositada, no ultimo dia 06 de outubro de 2011, quando naquela data aconteceu a primeira prévia para escolher um nome entre os policiais daquela unidade,  pré candidatos a vereador, nome esse que representará a Policia Militar em nosso Município. O nosso   nome obteve 32 dos 54 votos válidos, que representa 59,25% da totalidade de votantes.


''JUNTOS SOMOS FORTES"


Cb Gednildo